O professor e a aluna – Contos Secretos

Recentemente um leitor de nickname muito sugestivo – daqueles que a gente não sabe se faz referência à cidade de origem do Garrincha ou a uma parte da anatomia masculina –  me adicionou ao MSN. Eu, que figuro pouco por lá, demorei um pouco a ter a oportunidade de conversar com o moço e, tenho que confessar, que quando o fiz a princípio tive alguma reserva.

(Algumas pessoas não sabem, mas nicknames muito explícitos, mesmo para aqueles de mente mais liberada como eu, podem passar uma sensação um pouco grosseira. E isso acaba gerando certo preconceito. Não é incomum, pelo fato dessa mocinha ter um bloguerótico, alguns leitores pensarem que estou eternamente “com a xoxota batendo palmas”, querendo dar. )

Felizmente, o moço do tal nickname explícito foi de uma simpatia ímpar. Educado, simpático, articulado, a conversa passou dos cinco minutos fácil (brinco que alguém que consegue manter uma 1ª conversa além dos 3 minutos, tem grande chance de continuar mantendo contato). Trocamos idéia sobre algumas experiências em comum e no fim da conversa ele perguntou se poderia enviar um relato, um conto secreto, para o AVS.

Segue abaixo o relato do moço, deliciosamente pornográfico e explícito, uma visão bem masculina do sexo. Me lembrou um pouco os antigos textos do Fórum de Ele Ela, que já me masturbei muito lendo aqueles contos…  Bem, segue o texto, espero que gostem.

Putaria na sala de aula – Texto enviado por Professor

Sou professor universitário e tenho 27 anos, essa foi mais uma das muitas histórias que tenho ao começar a lecionar. Não sei o porquê do fato de ser o professor despertar interesse nas alunas, mas enfim…

Em uma manhã de uma quarta-feira chuvosa e fria, após o término de uma aula no período matutino de uma classe de administração, uma aluna (por sinal, a mais gostosa da sala. Irei chamá-la de D.), loira, 19 aninhos, olhos castanhos, 1,70m, seios pequenos e firmes, mas com uma enorme bunda, chegou até minha mesa após todos os demais alunos terem saído e disse:

– Oi professor, tenho um presentinho para o sr.

eu lhe disse:

– Sério? Que legal, o que é?

Ela simplesmente tirou a calcinha na minha frente me entregou e disse:

– esse é o primeiro de muitos presentes que vou te dar, gostoso

Era uma calcinha minúscula vermelha e quase transparente. Segurei aquele belo presente e no momento fiquei sem palavra com o fato, já havia sido assediado várias vezes por alunas mas não desta forma.

D. saiu da sala rebolando aquela enorme bunda. Fiquei louco de tesão. Como aquela putinha foi ousada, me deixou sem palavras e com o pau duro. Dormi cheirando aquela calcinha e bati uma gostosa punheta imaginando: “seu eu pego aquela loira gostosa, ia meter gostoso, faria dela minha putinha”.

No outro dia, uma quinta-feira de sol, estava eu em uma outra sala, mas não parava de pensar naquela aluna gostosa, foi quando, no final da aula estava terminando de guardar o meu material e todos os alunos já haviam saído, ouço:

– Psiu. Oi professor, gostou do presente?

Era ela com um vestidinho rodado preto, de pano mole e leve, e com aquela carinha de safada. Nem consegui responder, fechei a porta e a agarrei e lhe dei um longo beijo e ardente, ela suspirava e alisava meu cacete, coloquei meu pau para fora e ela fez o seguinte comentário com uma sensual voz, quase que sussurrando:

– Nossa, eu e as meninas comentávamos que devia ser grande, mas é enorme.

Mal terminou a frase e abocanhou o meu cacete iniciando uma deliciosa chupeta, fiquei maluco de como chupava gostoso aquela loira vadia. Após ter chupado por longos 5 minutos, eu a coloquei de quatro e comecei a meter a língua naquela bucetinha gostosa e molhada. Ela gemia loucamente:

– Isso gostoso, mete a língua na minha bucetinha, me fode com essa língua gostosa.

Pedi para ela gemer baixinho para que ninguém ouvisse, ela obedeceu e mordeu o pano do vestido para abafar os gemidos, ambos já não agüentávamos mais quando ela disse:

– Me fode professor, estou louca de tanto tesão não posso agüentar mais.

Meti meu cacete dentro daquela xaninha molhada , um vai e vem delicioso e ela rebolava e pedia para que eu colocasse tudo dentro dela, metia tudo ate o talo e começamos a meter com mais intensidade e com movimentos rápidos. Ela gemia gostoso.

Tudo isso era uma loucura mas estava delicioso aquela aventura, ela pedia várias para meter tudo sem dó, eu obedecia cegamente, foi quando me surpreendi com mais um de seus pedidos:

– Coloca esse pintão gostoso no meu rabo e come meu cuzinho apertado, pois ele tá piscando querendo a sua rola.

Imediatamente obedeci a sua ordem, passei a língua no naquele cuzinho delicioso para lubrificar e mandei vara, estava um pouco apertado e ela pedia para ir devagar, mas depois que entrou tudo, ela pediu para que eu metesse com mais força.

Nossa que delicia que era a D. Uma verdadeira puta, depois de comer sua buceta e seu cú de quatro, sentei na cadeira e ela veio por cima, estava cavalgando na minha rola com uma vontade imensa de esfolar a buceta e dizia:

– Está gostando da sua aluninha safada gostoso, sempre tive vontade de dar para você assim, aposto que nunca fez uma loucura destas antes”.

Ela começou a sentar com mais força e eu com o dedo todo enfiado naquele cuzinho gostoso que já estava mais laciado depois de meu cacete ter passado por lá , estávamos num tesão tão alucinado quando ela disse:

“ – Ai….vou gozar , mete mais rápido professor, mete, vai.”

Comecei a meter mais rápido e com mais força, quando senti a porra dela escorrer pela minhas pernas, e sem sair de cima continuou até que chegou a minha vez de gozar.

“ – Ahhhh, que delícia.”

Suspirei depois dessa deliciosa foda. Subi a minha calça e fui surpreendido com um novo presente de D., desta vez a calcinha era preta e estava molhadinha muito mais que a outra. Saímos da sala sem levantar suspeitas e ao deixá-la no estacionamento da faculdade trocamos telefone.

Isso ocorreu no início deste ano de 2009 e nós marcamos vários encontros e metemos muito, pena que chegamos ao período de férias.