A Cunhada – Conto Erótico

“Pois é, devo ser mesmo um safado, ontem à noite comi minha cunhada. O pior, ou melhor, nem sei, é que não consigo disfarçar nem pra eu mesmo, que esta foi uma das melhores trepadas da minha vida. Seja pelo tesão do proibido, o ato de transgredir ou sei lá o que, só sei que comi minha cunhada e ainda agora o pau fica duro como pedra só em lembrar.

Pra que vocês entendam, vamos voltar um pouquinho. Minha cunhadinha é a caçula da família. Sabe a última gota? Pois é, minha cunhada é temporão, como diziam antigamente. Dezesseis anos de diferença entre minha esposa, a primogênita, e ela. Só pra ter idéia, ela foi nossa dama de honra, com seis aninhos de idade carregou as alianças ao altar. Putz! Lembrar disso me dá um enjôo no estômago, conheci pirralha, que perversão. No entanto, não pensem besteira. Sou casado há vinte anos e só ontem comi a minha cunhada. Quer dizer, bem… Ontem a fantasia virou realidade, mas eu explico.

Durante anos, só nos encontrávamos em reuniões familiares. Morávamos em cidades diferentes e a relação não poderia ser mais normal. Aos dezoito ela foi estudar ainda mais distante e tem pouco mais de quatro anos que voltou a morar por aqui. Desta vez, perto até demais. Na mesma cidade, mesma rua, aliás, mesma casa. Com aquele jeitão de mãezona que só minha esposa tem, resolveu sublocar para a irmã mais nova, a quitinete lá dos fundos. Afinal, depois que minha sogra morreu, minha esposa resolveu não ser mãe apenas dos nossos dois rapazes, mas também da irmãzinha desmiolada. Pois é, desmiolada. Minha cunhada tem vocação para confusão e não é à toa que terminamos na cama. Ouso dizer que fui seduzido pela diabinha, mas isso, contarei em detalhes depois.

Não sei dizer ao certo quando deixei de vê-la como a ingênua irmã mais nova da minha esposa e sim como a gostosa morando no mesmo quintal, mas lembro com exatidão do estado de paudurescência que fiquei quando ela me atendeu à porta só de toalha, cheia de espuma, quando minha esposa praticamente me intimou a consertar seu chuveiro. Disfarçar a barraca armada foi difícil, viu? Até hoje tenho minhas dúvidas se o curto circuito não foi armação! De lá pra cá, e isso já faz quase dois anos, foi realmente complicado me manter reto e fiel. Aliás, reto ficava meu pau, cada vez que via minha cunhada safada se insinuando pra mim.

Só que ontem foi foda! Desculpem o palavrão, mas a safada, só dizendo assim, aproveitou a viagem da própria irmã com os moleques e resolveu partir pra cima. Como? Putz! Olha o pau duro de novo… A sacana me acordou boquetanto o meu pau. Isso mesmo, a putinha me acordou mamando o pau, da cabeça às bolas. Acordei até meio assustado, afinal tinha levado minha esposa e os moleques na rodoviária, os vi entrar no ônibus, partir. Além do que, tenho que confessar aqui, há muito minha esposa não me chupa com vontade. Aliás, só chupa se eu muito pedir. Aquela boca não só sabia o que estava fazendo, como fazia com vontade.

Ok, eu admito meu lado cachorrão, no começo, bem no comecinho fingi dormir, mas meu pau é foda, este acordou em menos de um minuto. No entanto, eu juro de verdade que nem em minhas mais loucas fantasias imaginei acordar com meu pau mamado tão deliciosamente pela cunhadinha safada. Quando já estava em ponto de bala, pulsando e desesperadamente ansiando por mais, bem que tentei fingir certa indignação, ensaiei um: “mas…”, mas eu já estava na chuva, só queria me molhar.

Puxei a cunhadinha pra bem perto e falei bem em seu ouvido: “Você está louca menina? Quer me foder? Tenho idade para ser teu pai… E tua irmã?”. E então, com a carinha mais safada do mundo ela tirou uma camisinha não sei de onde, olhou diretamente em meus olhos sorrindo e enquanto vestia meu pau com a tal, foi falando: “Sim, eu estou louca por você. Não, não quero te foder, quero que me foda. Além do mais, você até tem idade, mas não é meu pai. E quanto à minha irmã… Ela pediu que cuidasse de você direitinho e é exatamente o que estou fazendo!”. E dizendo isso levantou um pouco a camisola e pude ver a xoxotinha raspada. Ela foi sentando muito lentamente, enquanto eu sentia o pau sendo engolido.

Ela fazia um vai e vem suave, enquanto eu, meio desajeitado de tanto tesão, buscava tocar seus seios, abaixando as alças da camisola. E que seios… O corpo da minha cunhada era delicioso. Apesar de mais baixa e rechonchudinha que minha esposa, suas carnes eram duras. Tive ganas de apertar aquela bunda com as mãos, e fiz, trazendo para mim aquele corpo. Deslizando as mãos, os dedos naquela bunda empinada. Foi então que a safada, enquanto me beijava a boca, e tinha meu pau dentro da sua xoxota, guiou meu dedo para o seu cuzinho que piscava. “Puta!” eu falei, enquanto atochava o dedo em seu cuzinho seco, mas aparentemente, já acostumado.

Fiquei assim por um tempo, mas aquele cu pedia mais, pedia meu pau. Tirei-a de cima de mim, e ela se aconchegou na cama provocativa, abraçando o travesseiro e empinando a bunda. Estava pedindo. Abri a gaveta da cabeceira da cama e peguei uma bisnaga de gel lubrificante, coloquei um pouco no pau e outro tanto na porta do cu da cunhadinha e fui metendo devagar. Enrabando. Meu pau latejava naquele cu que piscava. Eu metia atrás, enquanto ela siriricava, não demorou para ela gozar, enquanto eu, tive que segurar. De vez em quando parava o vai e vem, não sou mais nenhum menino, mas ali, comendo o cu da minha cunhada eu me sentia um moleque.

Em determinado momento ela se desvencilhou, ficou de quatro, empinou bem a bunda e pediu safadinha: “Me come gostoso, mete forte em meu cu, me arromba, me bate, vai!” E diante de um pedido com tanta veemência era impossível negar. Fiquei de pé na beirada da cama, enquanto abri aquele cuzão e meti forte. Ela deu um grito, eu segurei, mas ela implorou que eu não parasse. Minha cunhada era uma pervertida, pensei, mas que fosse. Meti o pau bem fundo e tasquei um tapa, e mais outro, mais outro, mais outro. Quanto mais eu batia, mais ela implorava que não parasse. Ela mesma fazia o vai vem em meu pau, enquanto eu fodia seu cuzinho estapeando a bunda. Os peitos balançavam e ela chorava de tesão, mais um gozo.

Aquele ritmo frenético estava me deixando doido, comentei que estava quase gozando e ela então pediu que eu segurasse. Saiu da foda, sentou na cama tirou a camisinha e começou a punhetar meu pau de boca aberta, como se esperasse pelo esguicho de porra, batendo a cabeça do pau em sua boca. Me olhava safada, a vadia. Eu ali, de pé, com ela sentada na cama da irmã dela, esperando o gozo do cunhado em sua cara…

Era pervertida demais. Segurei-a pelo cabelo, o gozo quase chegando. Ela atiçou, então ia ter que agüentar. Veio então o primeiro jato, e mais outro, esparramando em sua face enquanto eu gemia alto. Gota a gota ela tentou aparar os jatos. Centímetro por centímetro ela lambeu meu pau, no que restou da porra que lhe melou a face. Minhas pernas tremiam, deitei na cama meio desconcertado. Que trepada boa. Que cunhada gostosa e safada.

Neste momento, o telefone tocou e como naquele momento era incapaz de atender, entrou direto na secretária eletrônica. Do outro lado da linha, minha esposa: “Amor, deixei a chave com a minha irmã, não precisa se preocupar com comida, pois ela vai se encarregar de preparar pra você. Pedi que te cuidasse direitinho, três dias passam rápido, segunda-feira estou de volta. Beijos!” Que dó…

Juro que eu queria sentir remorso, mas com a minha cunhada do lado, acariciando meu pau, remorso era a única coisa que eu não sentia. Tenho certeza do sentimento que tenho pela minha esposa, a amo, mas… Isso não é uma mulher, é uma tentação. E agora, estou aqui arrependido e excitado contando a minha história.

Ontem à noite comi minha cunhada e foi exatamente como contei. Agora, preciso parar de escrever e pedir licença, definitivamente é complicado concentrar em alguma coisa, enquanto a puta está aqui, diante de mim, sentada no chão, abocanhando meu pau. Fui!”